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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Mulheres Nacionalistas

     Mulheres Nacionalistas é uma página informativa e unificadora. lá mostramos alguns exemplos de mulheres do passado e do presente que lutaram e lutam por sua pátria e seu povo. Tudo começou com o exemplo de nossa saudosa Nilza Peres, militante integralista que foi uma grande inspiração para a criadora da página, a partir daí foi percebido a necessidade da representatividade das nacionalistas em algo. A página teve bons resultados, inclusive mulheres de outros países. Nosso lema sempre será , Deus, Pátria e Familia! Anauê!


sábado, 9 de março de 2019

     Venha fazer parte do movimento de grande inspiração nacionalista que está abrangendo outros Estados da Nação.
Já em São Paulo, foi fundado o núcleo Accale - SP.

O verdadeiro nacionalismo de influencias integralistas cresce por toda parte do território nacional.

https://www.facebook.com/Accale-SP-Nacionalismo-1242319702644831/?modal=admin_todo_tour






sábado, 7 de abril de 2018

ACCALE

      ACCALE é uma associação nacionalista.
Não somos de esquerda, nem de direita, nem de centro. Pegamos boas ideias, venham de onde vier. Não nos interessam as vias do progressismo ou do liberalismo. Nacionalismo, o único caminho!!!

Acessem a página do ACCALE no facebook e compartilhem https://www.facebook.com/AccaleBrasil/


domingo, 1 de setembro de 2013

Quem foi Joaquim Marques Lisboa (Almirante Tamandaré)?



Joaquim Marques Lisboa
     Quando se proclamou a nossa independência política, tínhamos os elementos dum exército criados nas lutas constantes da fronteira meridional, os destinos do Brasil só dependiam de operações navais. Joaquim Marquês Lisboa, futuro almirante e  marquês de Tamandaré, contava-se com 16 anos de idade e se apresentou ao comandante Taylor, a bordo da Niterói, no dia 4 de março de 1823 na guerra da independência, basicamente ainda jovem adquiriu experiência em sua gloriosa carreira.
    Joaquim Marquês Lisboa era um marinheiro completo, feito na escola dos mais notáveis oficiais ingleses ao nosso serviço, em todas as gloriosas jornadas no prata, não escapou o comportamento a inteligência, bravura e sangue frio.
Homenagem em nota de 1 Cruzeiro

     Na campanha Farroupilha, desde 1835 que os rio grandenses do sul se batiam contra as tropas do Império, numa luta separatista e Tamandaré e seu amor a ordem, seu culto a disciplina, sua profunda indefectível brasilidade, em contraposição ao amor a terra natal, jamais abraçaria a causa revolucionária, também não teria animo de combatê-la, vendo-a defendida por gente tão de perto ligada ao seu coração, não hesitou na atitude a tomar.  Era impossível um gaúcho ir contra gaúchos, para não entrar em combate contra os irmãos de seu estado,  deu parte de doente.
     Em 24 de agosto de 1848 salvou tripulantes de um barco a vapor americano que se encontrava em chamas o Ocean Monarch, que viajava de Liverpool para Boston conduzindo 396 emigrantes, Marques Lisboa retirou a bordo 156 pessoas e salvaram-se no mar mais 60 pessoas, muitos jornais de vários países europeus registraram com ecomios o fato, o governo dos estados unidos elogiou-o.

A campanha no Paraguai

Batalha no Paraguai
     Em meados de 1865 a situação do Brasil era difícil, o sul de mato grosso, invadido, 12 mil homens do general Estigarribia em marcha sobre o rio grande do sul.  Quando a tríplice aliança lutava contra o Paraguai de Lopez, sobre Argentina e o Brasil, Lopez lançou um ataque de 32 mil homens, nenhum dos dois, nem os dois unidos tinham com que fazer frente a essa massa. No dia 11 de junho de 1865 nove navios Imperiais com 59 canhões e 2.287 homens recebem o ataque de oito navios  com 47 canhões e 2.500 homens, auxiliados da barranca do rio por 22 canhões e uns dois mil fuzileiros. O combate foi duradouro e a tríplice aliança resistiu bravamente até quase escurecer, o almirante Tamandaré tinha, porém, a grave responsabilidade do seu cargo, um erro poderia comprometer a sorte da campanha, a honra do Império, os destinos do seu país, resultado da batalha, três navios tomados com suas bandeiras, o chefe paraguaio e comandante Meza mortalmente ferido, os comandantes paraguaios Robles, Alcaraz e Ortiz, mortos 1.500 homens de Lopez fora de combate; os navios paraguaios restantes fugindo rio acima, uns a reboque dos outros e perseguidos até cair a noite, o poder naval paraguaio para sempre liquidado. Na opinião do grande general Osório, a marinha salvara ali a causa da aliança. O domínio das águas é a vitória, assegurou-a Tamandaré com o bloqueio efetivo do Paraguai.

O caçador de jacarés

     Joaquim marquês Lisboa praticava dois esportes favoritos, que dão bem a medida de sua coragem, audácia e destreza. O primeiro era disputar páreos de natação na travessia dos igarapés, com os caboclos da região, as vezes com uma das mãos sustendo armas ou outros objetos fora d'agua, o segundo era caçar jacarés a braço, concorrendo com os habitantes e usando do mesmo processo que eles, chegou a mais alta perfeição nesse perigoso divertimento.
Monumento em Homenagem: Parque do Ibirapuera SP
     Tamandaré prezara muito a sua dignidade, o decoro do seu cargo e a representação de seu país, que exercia decidido a manter esse conjunto, que era apanágio de sua vida, agia com energia, com autoridade e até com violência, sem medir as consequências. A historia, hoje tem o dever de capinar essa erva daninha que cresce em volta da memória gloriosa do grande almirante Tamandaré.
     20 de março de 1897, Deus dava ao marquês de Tamandaré baixa do serviço do Brasil para sempre com quase noventa anos de idade, faleceu as cinco e meia da tarde duma síncope cardíaca na sua casa. 

     Tamandaré o velho Almirante, marinheiro do primeiro e segundo Império, que nascera ao tempo da colônia, vira o Brasil reino, guerreara na Independência e no prata, tomará parte ao lado da legalidade em quase todas as convulsões da Regência, criara e levara a vitória no Uruguai e no Paraguai a marinha do segundo reinado, o derradeiro comandante em chefe das forças brasileiras contra Solano Lopez. A historia viva da própria nacionalidade.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Quem foi Siegfried Ellwanger Castan?


    Siegfried Ellwanger Castan nasceu em 30 de julho de 1928, no município de Candelária, no Estado do Rio Grande do Sul, falecendo recentemente em 11 de setembro de 2010) foi um escritor - revisionista brasileiro e fundador da Revisão Editora . 

     Seus estudos têm como objeto primordial a análise factual das diversas acusações ao povo Alemão de genocídio durante a segunda guerra mundial. Escreveu vários livros sobre as propagadas acusações, referentes ao período Nacional - Socialista alemão, nos quais desmente várias difamações, notadamente no que se refere ao chamado Holocausto

    O seu trabalho o coloca entre os estudiosos de várias nacionalidades que trabalham no restabelecimento da verdade histórica, desmantelando a estrutura criada por interesses ideológicos, políticos e econômicos em manter a nação e o povo alemão refém de crimes não ocorridos, através de manipulações da opinião pública mundial.

Juventude, Adolescência e Maioridade 

     Sua instrução primária iniciou-se no Grupo Escolar Guia Lopes e no Colégio Sinodal, em sua cidade natal e, posteriormente, no Colégio Mauá, de Santa Cruz do Sul.

     Por falta de condições financeiras da família, teve que abandonar os estudos em colégios, limitando-se a esporádicas aulas de matemática e de inglês com professor particular, pago com os poucos recursos obtidos com a venda de pastéis e rapaduras feitos por sua mãe. Entretanto aprende e domina os idiomas espanhol e o alemão, os quais foram de grande importância nos estudos e pesquisas que continua a desenvolver sobre os acontecimentos políticos atuais e os fatos da Segunda Guerra Mundial.
   
    Já na infância e na juventude trabalhou numa fábrica de botões de madrepérola em Vera Cruz, e posteriormente em fábricas de laticínios e de balas e caramelos em Santa Cruz do Sul. Em 1946 alistou-se como voluntário no Corpo de Fuzileiros Navais, do Rio de Janeiro, onde serviu por volta de três anos; em virtude de haver sido designado para trabalhar como escriturário no Estado Maior dessa corporação, aproveitava o tempo disponível para ler. 

     Ao final de 1948 deu baixa no Corpo de Fuzileiros, passando a morar com a sua mãe em Porto Alegre, onde  deu continuidade à sua vida profissional, onde começou a trabalhar numa filial local de importante empresa do ramo de ferros e aços do Rio de Janeiro, onde em pouco tempo, passou de Auxiliar de Escritório a Chefe de Vendas.

     Depois de mais de oito anos nesse emprego, pediu demissão para assumir o cargo de gerente em outra importante organização do ramo, também com matriz no Rio de Janeiro. Após dez anos e meio como gerente dessa companhia, pediu demissão para fundar a sua própria empresa, a qual dirigiu durante mais de vinte anos, quando vendeu o controle acionário da mesma para um grupo do Rio Grande do Sul.

Pioneiro do Ramo Metalúrgico no Rio Grande do Sul 

   Siegfried Ellwanger é o responsável pela instalação da primeira fábrica de tubos de ferro galvanizado produzidos no Rio Grande do Sul simultaneamente à instalação de inédito sistema de solda por indução, pioneirismo que, como prêmio e incentivo, recebeu a concessão, por parte do Governo do Estado, da isenção do Imposto de Vendas e Consignações durante cinco anos.
    
     É o responsável pela instalação da primeira trefilação a frio de barras de ferro e aço no Rio Grande do Sul (com filial em São Paulo, esta continha mais de 20 pessoas empregadas); é o responsável pela primeira fabricação de eletro - dutos de ferro, que receberam o nome de "pioneiro"; é o inventor de placas de aço fundido para trilhos ferroviários, é o responsável pela primeira fabricação de arames de aço ovalados para amarração de caixas;  é o inventor de fixações elásticas para trilhos ferroviários e a fabricação das mesmas, tornando-se fornecedor da Companhia Vale do Rio Doce e evitando, com o seu produto, a importação de similares estrangeiros e poupando milhões de dólares em divisas para o país e também é o responsável pela instalação da primeira laminação a quente, de barras de aço em perfis especiais no Rio Grande do Sul, passando a atender, em grande parte, empresas multinacionais sediadas em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, do ramo de tratores e indústria automobilística, algumas das quais como fornecedor exclusivo, pela alta qualidade dos produtos e fornecimentos pontuais.

      Sua laminação foi a primeira do Rio Grande do Sul e a segunda do Brasil a produzir guias de aço para elevadores, fato principal que motivou a venda de sua indústria para uma empresa de elevadores local.

     Além da laminação e trefilação, Ellwanger possuía uma firma que representou no sul do país, durante mais de vinte anos, a Aços Anhangüera, de São Paulo, tornando-a a maior fornecedora de aços especiais para as indústrias do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

     A empresa de Ellwanger exportou barras de aço destinadas à fabricação de implementos agrícolas para o Uruguai. A sua empresa chegou a empregar mais de trezentos funcionários.

    Após duas décadas em atividade, Ellwanger desfez - se de seu sua empresa. De espírito ativo e pesquisador, Ellwanger se fez presente em diversas atividades e áreas econômicas, sociais e esportivas.

 Influencias e Ligações na Sociedade

    Ellwanger participou da delegação gaúcha, organizada pela Secretaria do Comércio e Indústria do Rio Grande do Sul, que viajou para Colônia, Alemanha, e a Londres, onde manteve vários contatos com empresas locais que mostravam interesse em associar-se a empresas brasileiras. Quando ainda não existiam relações diplomáticas e comerciais com Cuba, Ellwanger, como industrial, procurou estabelecer em Havana, com o Ministério da Indústria e Comércio cubano, um negócio de trocas, de níquel cubano que era 12% mais barato que o adquirido pelo Brasil de outros países, mas cuja origem era cubana, em troca de barras de aço, cujo preço era equivalente ao aço japonês, principal fornecedor de Cuba na ocasião. O que poderia ter sido um bom momento para o estabelecimento de relações de mútuo interesse, não passou além do Banco do Brasil.

    Ellwanger também foi durante muitos anos diretor de basquete da Sogipa. Ainda no basquete dirigiu a equipe gaúcha de juvenis, como representante da Federação Gaúcha, no Campeonato Brasileiro realizado em Penápolis, no Estado de São Paulo.
         
     Analises, Pensamentos e Descobrimento do Poder Oculto que Domina o Mundo 

    Antes de Siegfried Ellwanger Castan se conscientizar da Mão oculta Judaica que visa o domínio Mundial, Ellwanger foi filiado ao Partido Socialista Brasileiro, PSB, quando o mesmo era dirigido pelo Sr. Germano Bonow (pai); posteriormente filiou-se ao M.T.R. Movimento Trabalhista Renovador, de Fernando Ferrari, e por último ao P.D.T, de Leonel Brizola, que abandonou em 1992 por achar que na qualidade de presidente do Centro Nacional de Pesquisas Históricas não devia estar filiado a nenhum partido. Ellwanger foi também durante mais de dez anos membro do Lions Clube, em Porto Alegre, onde chegou a ser homenageado como o "Leão do Ano" e também admirador de Fidel Castro e do povo cubano.

    Em referencia à alguns acontecimentos mundiais e atritos entre países, Siegfried foi  completamente contrário ao boicote norte-americano a Cuba, à intervenção militar norte-americana em Granada e Panamá, é contrário também à intervenção em assuntos que só dizem respeito à China; contra a permanência militar na Coreia do Sul e Japão por parte do EUA, é contrário a agressão por parte dos EUA e OTAN contra a Iugoslávia e ao Afeganistão. Também é totalmente contra o abastecimento em dinheiro e armamentos ao Estado de Israel. 

    Portanto, dentro de todas essas experiências, S. E Castan conheceu de perto o poder oculto que domina o mundo, aprendeu como o combater e que posteriormente, deu inicio a sua grande criação.

Entrada no Revisionismo

    Após a venda de sua empresa, a qual durante mais de vinte anos de existência, com centenas de operários, empregados e funcionários, Ellwanger, como pesquisador, colecionador e leitor de livros e artigos sobre a Segunda Guerra Mundial há muitos anos, resolveu examinar de perto o que aconteceu. 

     Após ir visitar pessoalmente diversos campos de concentração na Alemanha e na Polônia, manter entrevistas com testemunhas de ambos os lados, estudar documentos e textos com depoimentos em vários idiomas, resolveu escrever os livros revisionistas Holocausto Judeu ou Alemão? e Nos bastidores da Mentira do Século. Logo em seguida foram editados em inglês, espanhol e também em alemão.

Fundação da Revisão Editora  Ltda
  
Frente da Revisão Editora
Siegfried Ellwanger Castan fundou a Editora Revisão em 1985 (Rua Voltaire Pires, 300, conjunto 2 Caixa Postal 10.466 CEP: 90.001-970 Porto Alegre, Rio Grande do Sul), editora especializada em literatura revisionista e antissionista com o lema: "Conferindo e Divulgando a História, Tradição e Nacionalismo".


Siegfried Ellwanger Castan publicou os seguintes livros:

Logotipo da Editora
- Holocausto Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século

- Acabou o gás! ... O Fim de um Mito

- SOS para a Alemanha

- A Implosão da Mentira do Século

- A Verdade sobre o "diálogo" Católico - Judaico no Brasil

- Inocentes de Nuremberg

Algumas das Obras publicadas pela editora

     Além dos livros de sua autoria, a livraria comercializa, entre outros, os seguintes títulos:

A História Secreta do Brasil, 6 vol.
- Brasil: Colônia de Banqueiros, Gustavo Barroso

- Dos Judeus e Suas Mentiras, Martinho Lutero

- História secreta do Brasil Vol. 1à 6, Gustavo Barroso

- A Indústria do Holocausto, Norman Finkelstein

- Hitler, Culpado ou Inocente? (Sérgio Oliveira)

 Fatos Revelados e Curiosidades sobre os Livros e a Editora

    Ellwanger é também o autor do famosos livro  Acabou o gás... O fim de um mito, no qual cita o relatório do especialista norte - americano em câmaras de gás, Fred Leuchter Jr, que sugere a impossibilidade físico - química da existência de câmaras de gás para execução de pessoas nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau e Majdatiek. 


    É o autor de SOS para Alemanha - que pode ser considerado a continuação de seu primeiro livro, de A implosão da mentira do século e A verdade sobre o "diálogo" Católico - Judaico no Brasil.

    Em função do sucesso de seu primeiro livro e também por causa de perseguições e boicotes, Ellwanger fundou a Revisão Editora Ltda., posteriormente registrada como Revisão Editora e Livraria Ltda., pois as livrarias passaram a não adquirirem essas obras, denunciadas como obras rascistas, fato que o obrigou a vender os livros quase que só diretamente ao público leitor.

Em vista do elevado número de cartas, consultas e trocas de informações com leitores, estudantes e professores, Ellwanger fundou, em 8 de junho de 1992, o Centro Nacional de Pesquisas Históricas, que tem como obrigação estatutária, entre outras, denunciar falsificações e imposturas históricas. As denuncias de falsificação limitam - se ao movimento revisionista.

   As argumentações de suas proximidades com o movimento comunista internacional apenas se explicam porque Ellwanger acreditava numa conspiração Judaica para a destruição do mundo.

Processos


     Em 1986, o grupo Movimento Popular Anti-Racismo, formado pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos, pelo Movimento Negro Brasileiro e pelo Movimento Judeu de Porto Alegre, denunciou o conteúdo racista das obras da Editora Revisão, de Siegfried Ellwanger Castan, à Coordenadoria das Promotorias Criminais.

    Fez-se uma nova denúncia em 1990, desta vez junto à chefia da Polícia do Estado do Rio Grande do Sul, que instaurou inquérito policial, que foi remetido ao Ministério Público.

     A denúncia foi recebida em 1991, e foi determinada a busca e apreensão dos exemplares de diversos livros publicados por Castan, entre eles, Holocausto Judeu ou Alemão? Nos Bastidores da Mentira do Século, do próprio Castan, Hitler Culpado ou Inocente?, de Sérgio Oliveira e Os Protocolos dos Sábios de Sião, prefaciado por Gustavo Barroso.

    Castan foi, então, em 1995, julgado e absolvido em primeira instância; contudo, em 1996 foi condenado por unanimidade pelos desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul.

Apesar da condenação, ainda em 1996, Castan foi flagrado vendendo seus livros na Feira do Livro de Porto Alegre, o que levou a uma nova denúncia, que foi recebida em 1998, e pela qual foi condenado a dois anos de reclusão.

     




Stand da Editora Revisão na feira do livro de Porto Alegre
    Em 2001 lhe foi negado recurso, e a condenação foi reiterada pelo STF. Houve intenso lobby a favor da condenação, orquestrado pelo Movimento judeu, com vínculos da maçonaria da ´B'nai B'rith, do rabino Henry Sobel, de juristas e advogados como Décion Milnitzki, Celso Lafer, Miguel Reale, e de políticos como o deputado federal Marcelo Zaturansky Itagiba, o senador Paulo Paim, e o deputado Ibsen Pinheiro (um dos "anões do Orçamento"). Na condenação foram votos vencidos o relator Moreira Alves, Carlos Ayres de Brito e Marco Aurélio de Mello. Votaram a favor da condenação, Maurício Correia, Celso de Mello, Carlos Velloso, Nelson Jobim, Ellen Gracie, Cezar Peluso, Sepúlveda Pertence e Gilmar Mendes.

O Revisionismo Liberta

    Siegfried Ellwanger Castan foi mais um de nossos Heróis nacionais, homem que conheceu o poder oculto de perto, se desviou dele e o combateu. Mas infelizmente, tudo o que a mão invisível do sistema toca, destrói ou cala para sempre! O mesmo aconteceu com diversos outros heróis, mas dessas vez foi com Castan, que tanto batalhou e construiu o seu próprio ambiente de combate sozinho (Revisão Editora Ltda.)
 
    Siegfried, lhe Saudamos, pois o seu esforço não foi em vão, ficara sempre em nossas memorias, suas obras, seu esforço e sua mensagem!